terça-feira, 30 de novembro de 2010 0 comentários

Arbitragem Brasileira 2010

   
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Se pesquisarmos um pouco, vamos encontrar considerações feitas pela Confederação brasileira de futebol- CBF, que diz o seguinte:
“Senhores árbitros,
A arbitragem exige concentração, controle emocional, pleno domínio das regras do jogo, condicionamento físico, bom posicionamento em campo, firmeza nas decisões e, acima de tudo, imparcialidade e entusiasmo.” CA/CBF
Pois é, você seria capaz de imaginar como seria o resultado do Campeonato brasileiro de futebol 2010 sem os erros de arbitragem?
É muito difícil citarmos uma das 37 rodadas corridas até o momento do brasileirão em que a polêmica não aparece, pênaltis marcados ou não, gols erroneamente anulados, vista grossa em faltas claras ou faltas simuladas que foram marcadas. São tantas dúvidas e tantos argumentos que as vezes tropeçamos em nossas opiniões sobre os lances polêmicos. Se fossemos transformar todos os pênaltis não marcados em gol ou vice-versa, muita coisa mudaria.
Somos capazes de julgar e culpar árbitros por falhas que nem sempre são concretas, somos capazes de duvidar de sua imparcialidade principalmente quando o assunto é o final do campeonato. Muitos são julgados e suspensos, outros são absolvidos de erros absurdamente notórios. Por exemplo, nunca saberemos se o pênalti marcado em Ronaldo Fenômeno contra o Cruzeiro, pela 35ª rodada do brasileirão foi simulado ou não. Porém pode- se sim dizer que vários lances de impedimentos mal marcados beneficiaram o Corinthians.
Tais falhas nos fazem pensar se o país do futebol não poderia ter uma arbitragem mais eficaz, é claro que seria impossível não ter erros. A busca pelo aperfeiçoamento não é percebida diante de tantas polêmicas e da crescente evolução da tecnologia, assim as inovações no mundo do futebol parecem um tanto distantes.
Com a chegada da copa 2014 no Brasil, seria uma boa a CBF investir e até mesmo apresentar projetos a FIFA que possibilitem melhorias e aperfeiçoamento no trabalho dos árbitros brasileiros. Essa talvez fosse uma maneira de não prejudicar alguns times perante o Superior tribunal de justiça desportiva- STJD e diminuir a irritabilidade de jogadores, técnicos e dirigentes, melhorando a “imagem” dos árbitros brasileiros junto aos milhares de torcedores apaixonados.

Por, Mariana Gonçalves de Campos Bremgartner
30/11/2010


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segunda-feira, 29 de novembro de 2010 3 comentários

Jornalismo esportivo, um jornalista deve assumir o seu clube do coração?

Boa tarde, galera.

Aqui está o meu primeiro texto que foi desenvolvido no dia 25/11 para:

Concurso: Jovens Jornalistas
Promoção: Cruzeiro Esporte clube
Tema: “Jornalismo esportivo, um jornalista deve assumir o seu clube do coração”



Depende do sentimento

Você é capaz de fazer um retrospecto de quando era criança? Então você é capaz de lembrar, daquele que sempre foi e será seu herói. E sim, muitas profissões hoje, podem ser escolhidas com base nesses Heróis, ou até mesmo inspiradas nos seus atos de heroísmo.
Na mitologia grega, os heróis eram aqueles que tinham grandes poderes, porém eram mortais. E cada brasileiro é assim, torce e adquire um sentimento por um time como se fosse um herói e prefere não acreditar na derrota. Isso nos faz recordar o grande Airton Senna, um herói e que infelizmente era um ser mortal.
E quando a inspiração de exercer a profissão de jornalista esportivo vem de um ato heróico do seu time do coração?
Muitos jornalistas esportivos que hoje são atuantes já tiveram uma vivência no mundo dos esportes, alguns ganharam títulos e conquistaram competições e campeonatos importantes. Tradições familiares e estatais também são fatores que influenciam ainda mais o profissional a ter um apreço por algum time.
No país onde a maioria do espaço no jornalismo esportivo é para o “futebol” jornalistas não são pedras, não são objetos, são seres capazes de absorver competências e também emoções. Com todas as mídias sociais num ritmo crescente e acelerado, onde a cada dia um fã pode se sentir mais próximo de seu seguidor, conversando e interagindo seria quase impossível um jornalista esconder o seu time do coração.
Você já parou para imaginar como deve ser difícil, ser imparcial e torcer ao mesmo tempo em uma narração de um jogo da seleção brasileira? É praticamente impossível, você grita com mais animo quando o Brasil marca gol, do que quando ele leva. O Galvão pode exemplificar bem esta situação.
Esquecendo um pouco a seleção e entrando em narrações que geralmente causam muitas polêmicas, quando estamos diante de um clássico como, por exemplo, Cruzeiro x Atlético, Flamengo x Fluminense entre outros, a imparcialidade é complicada, porém essencial, mesmo que o time do coração seja o motivacional para realizar aquele trabalho.
A subjetividade, emoção, opinião ou qualquer outro ato que possa interferir na veracidade da narração ou reportagem deve ser coerente com o cenário analisado a todo o momento, a profissão de um jornalista esportivo requer imparcialidade já que cada ouvinte ou leitor tem sua preferência por
times e atletas. Porém, depende do jornalista saber identificar como pessoa e como profissional seus sentimentos, se souber separar o profissionalismo da vida privada, o time pode sim ser revelado.

Por, Mariana Gonçalves de Campos Bremgartner

Beijos!

www.twitter.com/maribremgartner
domingo, 28 de novembro de 2010 2 comentários

O início

A Força de vontade e o empreendedorismo são características notórias em uma pessoa que respira “crescimento”.  A criação deste blog é um motivacional primeiramente para mim, será um local onde eu possa expor meus textos com diferentes temas sobre o amplo mundo dos esportes. Apesar do meu carinho e amor pelo Cruzeiro, serei imparcial e justa quando se julgar necessário. Os textos expostos aqui serão nada mais que meus pontos de vista, minhas opiniões. É isso ai galera... agora é só curtir as próximas postagens. ACEITO SUGESTÕES DE TEMAS!
 
 
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