Aqui está o meu primeiro texto que foi desenvolvido no dia 25/11 para:
Concurso: Jovens Jornalistas
Promoção: Cruzeiro Esporte clube
Tema: “Jornalismo esportivo, um jornalista deve assumir o seu clube do coração”
Depende do sentimento
Você é capaz de fazer um retrospecto de quando era criança? Então você é capaz de lembrar, daquele que sempre foi e será seu herói. E sim, muitas profissões hoje, podem ser escolhidas com base nesses Heróis, ou até mesmo inspiradas nos seus atos de heroísmo.
Na mitologia grega, os heróis eram aqueles que tinham grandes poderes, porém eram mortais. E cada brasileiro é assim, torce e adquire um sentimento por um time como se fosse um herói e prefere não acreditar na derrota. Isso nos faz recordar o grande Airton Senna, um herói e que infelizmente era um ser mortal.
E quando a inspiração de exercer a profissão de jornalista esportivo vem de um ato heróico do seu time do coração?
Muitos jornalistas esportivos que hoje são atuantes já tiveram uma vivência no mundo dos esportes, alguns ganharam títulos e conquistaram competições e campeonatos importantes. Tradições familiares e estatais também são fatores que influenciam ainda mais o profissional a ter um apreço por algum time.
No país onde a maioria do espaço no jornalismo esportivo é para o “futebol” jornalistas não são pedras, não são objetos, são seres capazes de absorver competências e também emoções. Com todas as mídias sociais num ritmo crescente e acelerado, onde a cada dia um fã pode se sentir mais próximo de seu seguidor, conversando e interagindo seria quase impossível um jornalista esconder o seu time do coração.
Você já parou para imaginar como deve ser difícil, ser imparcial e torcer ao mesmo tempo em uma narração de um jogo da seleção brasileira? É praticamente impossível, você grita com mais animo quando o Brasil marca gol, do que quando ele leva. O Galvão pode exemplificar bem esta situação.
Esquecendo um pouco a seleção e entrando em narrações que geralmente causam muitas polêmicas, quando estamos diante de um clássico como, por exemplo, Cruzeiro x Atlético, Flamengo x Fluminense entre outros, a imparcialidade é complicada, porém essencial, mesmo que o time do coração seja o motivacional para realizar aquele trabalho.
A subjetividade, emoção, opinião ou qualquer outro ato que possa interferir na veracidade da narração ou reportagem deve ser coerente com o cenário analisado a todo o momento, a profissão de um jornalista esportivo requer imparcialidade já que cada ouvinte ou leitor tem sua preferência por
times e atletas. Porém, depende do jornalista saber identificar como pessoa e como profissional seus sentimentos, se souber separar o profissionalismo da vida privada, o time pode sim ser revelado.
Na mitologia grega, os heróis eram aqueles que tinham grandes poderes, porém eram mortais. E cada brasileiro é assim, torce e adquire um sentimento por um time como se fosse um herói e prefere não acreditar na derrota. Isso nos faz recordar o grande Airton Senna, um herói e que infelizmente era um ser mortal.
E quando a inspiração de exercer a profissão de jornalista esportivo vem de um ato heróico do seu time do coração?
Muitos jornalistas esportivos que hoje são atuantes já tiveram uma vivência no mundo dos esportes, alguns ganharam títulos e conquistaram competições e campeonatos importantes. Tradições familiares e estatais também são fatores que influenciam ainda mais o profissional a ter um apreço por algum time.
No país onde a maioria do espaço no jornalismo esportivo é para o “futebol” jornalistas não são pedras, não são objetos, são seres capazes de absorver competências e também emoções. Com todas as mídias sociais num ritmo crescente e acelerado, onde a cada dia um fã pode se sentir mais próximo de seu seguidor, conversando e interagindo seria quase impossível um jornalista esconder o seu time do coração.
Você já parou para imaginar como deve ser difícil, ser imparcial e torcer ao mesmo tempo em uma narração de um jogo da seleção brasileira? É praticamente impossível, você grita com mais animo quando o Brasil marca gol, do que quando ele leva. O Galvão pode exemplificar bem esta situação.
Esquecendo um pouco a seleção e entrando em narrações que geralmente causam muitas polêmicas, quando estamos diante de um clássico como, por exemplo, Cruzeiro x Atlético, Flamengo x Fluminense entre outros, a imparcialidade é complicada, porém essencial, mesmo que o time do coração seja o motivacional para realizar aquele trabalho.
A subjetividade, emoção, opinião ou qualquer outro ato que possa interferir na veracidade da narração ou reportagem deve ser coerente com o cenário analisado a todo o momento, a profissão de um jornalista esportivo requer imparcialidade já que cada ouvinte ou leitor tem sua preferência por
times e atletas. Porém, depende do jornalista saber identificar como pessoa e como profissional seus sentimentos, se souber separar o profissionalismo da vida privada, o time pode sim ser revelado.
Por, Mariana Gonçalves de Campos Bremgartner
Beijos!
www.twitter.com/maribremgartner

3 comentários:
Parabens Mari...
Belo texto e otima iniciativa de se fazer um blog...
Continue atualizando-o sempre e tera em mim um leitor seu!
Beijos...
André
Oi Mariii!
Parabéns pelo blog, pela matéria, muito bom o texto e envolvente.
Agora é aguardar os acessos e sucessoooo!!!
Bejos cara preta.
BELO TEXTO PARABÉNS !
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